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quarta-feira, 30 de novembro de 2011

Coord. da Eq. de Liturgia fala sobre a chegada do Advento

 *Cristo Rei do Universo "Ele é o senhor dos tempos e da humanidade": 
- com a solenidade de Jesus Cristo Rei do Universo, celebrado no ultimo dia 20 de novembro, marcamos o ponto de chegada de nosso ano litúrgico A (Matheus). Celebramos os mistérios da vida de Jesus, desde seu nascimento até a sua morte e ressurreição, sua ascensão, pentecoste, e tantos outros mistérios da sua vida, da virgem Maria e dos santos. Neles celebramos também nossa caminhada para Deus. Juntamente com a festa de Cristo Rei, a Igreja no Brasil declarou esse domingo (20/11) dia nacional do leigo (a), os missionários do Reino de Deus nas diferentes áreas e atividades, que tecem a vida humana, religiosa e social. Inseridos no mundo, os leigos (as) são chamados a impregnar as estruturas da sociedade com valores cristãos. Louvemos e agradeçamos por todas as graças e bençãos recebidas de sua bondade, ao longo da caminhada do ano que passou. 
* A liturgia no tempo do advento:
 -  Com o tempo do advento, iniciamos não só um novo tempo litúrgico, mas também um novo ano litúrgico. Somos convocados a percorrer com Jesus Cristo um itinerário pascal. Este ano (Ano B), percorreremos o itinerário proposto pelo evangelista Marcos. Ele nos convida a refazer hoje os passos que Jesus fez na busca da vontade do pai, desde a Galileia até Jerusalém, lugar onde o servo sofredor será perseguido, executado na cruz e ressuscitado dos mortos. O advento com suas quatro semanas irrompe como um tempo e um espaço de renovação. O Advento afasta o pessimismo, ao proporcionar um cima de alegre expectativa. Faz renascer a força da esperança, que renova o entusiasmo de nossas comunidades.
 O tempo do advento do advento é marcado de grande riqueza espiritual, para aproveitar bem toda sua riqueza , convém que se cuide com o maior carinho dos detalhes externos deste tempo (cantos, espaços litúrgicos  símbolos, leituras, e orações), podemos citar alguns:
- Descobrir através do advento, o mistério de Cristo em cada pagina da sagrada escritura. 
- Usar a cor roxa ou rosada (embora a cor litúrgica indicada no diretório seja roxa exceto no 3° domingo; muitas comunidades estão usando o rosado ou violeta durante o Advento para diferencia-lo do roxo quaresmal).
- Usar a coroa do Advento que contém uma linguagem de silencio, mas que fala forte através do circulo, da luz, das cores, e dos gestos.
Muitos outros gestos podem ajudar e animar nossas comunidades a vivenciar a riqueza deste tempo como por exemplo celebrar a novena de natal. Com atenta vigilância, alegre expectativa, vivamos o tempo do advento retomando o seguimento de Jesus, tornando-nos, como ele, discípulos missionários da vida e da paz, fazendo crescer em nós e em nossas comunidades a certeza de que ele continua vindo através de nós.    

quarta-feira, 23 de novembro de 2011

Faixada da Paroquia passa por reforma

Após a conclusão das obras do salão paroquial, a paroquia são Lucas recebe agora uma reforma geral na sua faixada central. De acordo com o projeto serão construídos três grandes arcos no lugar da atual faixada que devem ficar prontos até o final de Dezembro. Além da reforma na faixada, o projeto prevê também uma reforma no portão que da acesso a paroquia, pela avenida Guajará (Estrada do Guajará), sendo construído um arco que vai ostentar o nome da paroquia, facilitando assim a identificação da mesma para todos os fieis que visitam-na pela primeira vez. Consultada sobre oque ela estava achando da reforma, a paroquiana Ana de Oliveira de 56 anos disse estar muito feliz com a reforma e disse também que só tem a agradecer ao Pe. Garcia por todo o trabalho desenvolvido desde a sua chegada: "É uma alegria enorme ver a minha paroquia sendo reformada e ficando cada vez mais bonita, eu tive a oportunidade de vivenciar todo o ótimo trabalho feito pelo nosso Pe. Garcia por essa paroquia e por isso eu e toda comunidade paroquial só temos a agradecer ", diz. 

quinta-feira, 10 de novembro de 2011

Prelazia de Óbidos torna-se Diocese


A Igreja Católica no Brasil tem uma nova diocese. O papa Bento XVI anunciou nesta quarta-feira, 9, a elevação da prelazia de Óbidos (PA) à categoria de diocese e a nomeação do seu primeiro bispo, dom frei  Bernardo Johannes Bahlmann, OFM. A festa da elevação acontecerá nos dias 21 e 22 de janeiro do próximo ano, com a presença do núncio apostólico do Brasil, dom Lorenzo Baldisseri, na sede da nova diocese.  Nesta ocasião, o núncio também vai inaugurar o Centro de Juventude São Francisco, onde funciona o Projeto Cultura pela Paz e a Fazenda da Esperança.
Com o badalar dos sinos da catedral de Sant’Ana e muitos fogos, o povo recebeu a notícia durante a Missa solene na manhã desta terça-feira, 8, em Óbidos. "O povo é muito religioso e ficou muito feliz com o anúncio do papa. Estou muito feliz à frente do meu rebanho e mais ainda por fazer parte desta história", disse dom Bernardo, que foi nomeado bispo para Óbidos em 2009.



Dom Bernardo
1° bispo da diocese de Obidos
 A prelazia de Óbidos nasceu do desmembramento da prelazia de Santarém, a pedido de dom João Floriano Loewenau, em 10 de abril de 1957. Desde então, assim como dom Bernardo, os três bispos anteriores a ele eram da Ordem Franciscana. Há que se destacar o grande trabalho missionário de dom Martinho Lammers, que ficou 33 anos à frente da prelazia. “Investiu muito na formação dos leigos e nas diversas Pastorais, sobretudo na Pastoral Catequética, Social e do Dízimo”, acrescenta dom Bernardo.
A Prelazia está localizada na Região Oeste do Pará, fazendo limite territorial com a Guiana Inglesa, Suriname, Roraima (RR) e Amazonas. Limita-se com as áreas diocesanas de Santarém, Roraima (RR), Parintins (AM) e Itacoatiara (AM).Dom Bernardo lembra que o território da prelazia tem uma extensão de 182 mil km², quase o tamanho do estado do Paraná. Sua população é de 250 mil habitantes, dos quais 80 % confessam a religião católica. Há sete municípios/paróquias - Óbidos, Alenquer, Curuá, Oriximiná, Terra Santa, Faro e Juruti – que atendem em torno de 600 comunidades. Neste vasto território, 22 padres - seis diocesanos incardinados, quatro padres Fidei-Donum de Juiz de Fora e da Alemanha, três franciscanos e nove missionários do Verbo Divino - e 18 religiosas franciscanas de três Congregações, além de  8 seminaristas -, garantem esta grande obra evangelizadora, conforme o  lema da nova diocese: “Uma Diocese Missionária no coração da Amazônia”.

Além dos bispos, a presença missionária franciscana é forte nesta região, graças à Ordem dos Frades Menores, e às congregações como a do Verbo Divino, das Irmãs Missionárias da Imaculada Conceição da Mãe de Deus, das Franciscanas de Maristela; das Irmãs Franciscanas da Ação Pastoral e das Irmãs Franciscanas Hospitaleiras, que irão iniciar uma nova missão no dia 20 de novembro.

Segundo dom Bernardo, os desafios aumentam à medida que a população cresce. "A prelazia busca responder aos problemas atuais com coragem e dinamismo dando uma resposta concreta a cada problemática, como a criação do Projeto Cultura pela paz para tirar os jovens que vivem em situação de risco e a vinda da Fazenda da Esperança para ajudar na recuperação de dependentes químicos", observa o bispo franciscano.

Desde sua fundação, a prelazia teve uma vasta atividade pastoral, e atualmente trabalha novos projetos e formas de evangelização nas seguintes pastorais: vocacional, familiar, social, comunicação, criança e juventude. Mas o grande desafio, segundo o bispo, é promover o crescimento vocacional na prelazia, para que aumente o número dos padres nativos.
FONTE: CNBB

quinta-feira, 3 de novembro de 2011

Campanha da Fraternidade 2013 vai abordar a Juventude

Fraternidade e Juventude. Esse será o tema da campanha da fraternidade de 2013. A escolha foi feita no dia 15 de junho pelo conselho Episcopal Pastoral da CNBB. O tema foi proposto pelo setor juventude da CNBB, que recolheu cerca de 300mil assinaturas junto aos jovens de todo Brasil. O lema da campanha será escolhido na próxima reunião do Consep. O setor de mobilidade Humana apresentou e defendeu a ideia da abordagem do trafico de pessoa humana e o trabalho escravo. Outros temas também foram apresentados mais não receberam a aprovação da conferencia episcopal. 
Esta é a segunda vez que a campanha da fraternidade aborda o tema juventude, a primeira foi realizada em 1992 com o lema: "Juventude, caminho aberto". A CF de 2013 vai coincidir com a Jornada Mundial da Juventude que terá como pais sede o Brasil. 

quarta-feira, 2 de novembro de 2011

Campanha da Fraternidade 2012

A conferencia nacional dos bispos do Brasil (CNBB) promove a campanha da fraternidade (CF) desde o ano de 1964, como itinerário evangelizador para viver intensamente o tempo da quaresma. Em 2012 a igreja deseja sensibilizar a todos sobre a dura realidade de irmãos e irmas que não tem acesso a assistência da saúde publica condizente com as suas necessidades e dignidade.  A CF 2012 terá como tema: "Fraternidade e Saúde Publica" E o lema: "Que a Saúde se difunda sobre a terra". 
 Toda a ação eclesial brota de Jesus Cristo e se volta para ele e para o reino do Pai!
Esta perspectiva norteia as novas diretrizes gerais da ação evangelizadora. Ela é a condição para que, na igreja, aconteça uma conversão pastoral que a coloque em estado permanente de missão, com o advento de inúmeros discípulos missionários, enraizados em critérios sólidos para ver, Julgar e agir no enfrentamento dos problemas concretos da vida do nosso povo. A CF 2012 visa a saúde integral. Há muito tempo ela vem sendo considerada a principal preocupação e pauta reivindicatória  da população brasileira, no campo das politicas publicas. O sus (Sistema Único de Saúde), inspirado em belos princípios como o da universalidade cuja proposta e atender a todos, indiscretamente, deveria ser modelo para o mundo. No entanto, ele ainda não conseguiu ser implantado em sua totalidade e ainda não atende a contento, principalmente os mais necessitados deste serviço. Por isso o objetivo geral da CF 2012 e refletir sobre a realidade da saúde no Brasil  em vista de uma vida saudável, suscitando o espirito fraterno e comunitário na atenção aos enfermos e mobilizar por melhoria no sistema de saúde publica.
 CARTAZ:  O cartaz Atualiza o encontro do bom samaritano com o doente que necessita de cuidados (Lc 10, 29-37). A mão do profissional de saudê segurando as mãos do doente afasta a cultura de morte e viabiliza a colhida entre irmãos (o próximo). O profissional encontra-se de pé e o doente encontra-se sentado, ambos olham-se nos olhos, lembra a acolhida e o compromisso do profissional de saúde, gera relação de confiança. Ao fundo há uma cruz, cruz que sustenta que sustenta e ilumina o sentido do cartaz recordando a salvação que cristo nos conquistou. E perceptível que ambos, profissional e paciente, encontram-se felizes, a alegria do encontro recorda aos profissionais de saúde que foram escolhidos para atualizar a atitude do bom samaritano em relação aos enfermos.      

quinta-feira, 29 de setembro de 2011

Procissão II


Procissão do Ofertorio
Provavelmente a única procissão de caráter laical, não conta com o celebrante, o diácono, nem os acólitos, apenas leigos levando os dons. Essa procissão não faz parte do cerimonial da forma extraordinária do rito romano, tendo sido reinserida na ordinária a partir do uso no rito romano de anterior ao Concílio de Trento. Pode ser feita em todas as missas, mas preferencialmente aos domingos e solenidades.

Terminada a liturgia da palavra inicia-se o canto do ofertório, de junto da porta principal ou de outro lugar mais conveniente, parte a procissão onde alguns leigos levam os cibórios e as galhetas. Não devem ser levados nessa procissão o cálice e a patena, primeiramente porque esses dois vasos são especialmente abençoados e, segundo a tradição, evitar o toque é uma forma de respeito; depois por que não faz sentido levar o cálice vazio ao altar e levar a patena sozinha é algo nenhum pouco prático.

A pocissão termina onde está o celebrante. Este encontra-se, via de regra, na sédia ou cátedra, mas pode se posicionar também na entrada do presbitério ou outro local se a primeira opção for pouco viável. O missal romano prevê, ainda, a possibilidade de ser o diácono a receber os dons dos fiéis. Considerando o caso padrão de o celebrate estar na cátedra, aqueles que levam os dons se aproximam, se for conveniente dois a dois, fazem reverência e se ajoelham aos pés do celebrante. Nesse momento o celebrate pode abençoar aqueles que levam os dons ou dirigir-lhe algumas breves palavras, então pega os vasos e os entrega a algum ministro ou ao menos toca neles. Depois eles se levatam, voltam a fazer reverência e, se não tiverem entregado os vasos com as sagradas espécies ao próprio celebrante, entregam a algum ministro que os leva ao altar.

Fiéis levando as sagradas espécies até o papa Bento XVI

Não se fazendo essa procissão, os ministros, acólitos e diácocos, levam as espécies de maneira mais simples da credência até o altar.

As oferendas sendo levadas da credência até o altar pelos diáconos e acólitos, de maneira mais simples

Procissão do Sanctus
Após o prefácio, inicia-se o canto do Sanctus. Nesse momento, posicionam-se alguns ministros à frente do altar com o incenso e velas. Essa procissão pode iniciar-se da porta central, como a procissão de entrada; porém, seria mais conveniente que fosse uma procissão menos ampla.

Vão à frente o turiferário com o turibulo aceso e o naviculário precedidos, se for o caso, de um cerimoniário. Logo atrás, seguem os ceroferários que podem ser dois, quatro ou seis. Por fim, se houver algum diácono além dos assistentes e daquele que ministra o cálice, pode ir ao final da procissão. Pode ir junto dele um outro cerimoniário.

Chegando à frente do altar, ficam todos perfilados com o diácono ao centro, o turiferário à sua direita e o naviculário à sua esquerda. Os ceroferários ficam nas extremidades. Permanecem de pé.

Esses ministros se retiram, também em procissão, na mesma ordem em que entraram, ao final da oração eucarística, durante o canto do Grande Amém.
Ministros perfilados à frente do altar, após a procissão do Sanctus
FONTE: SALVE A LITURGIA

Procissões I



As procissões são expressões de fé de forte significado, elas constam basicamente do deslocamento do celebrante e de seus auxiliares, ou de toda a assembléia dos fiéis, de um local para outro. Significam o povo de Deus a caminho do Reino dos Céus. Apesar de um significado geral relativamente simples, existe um rico cerimonial por trás das procissões que vai desde a procissão de entrada até as procissões episcopais eucarísticas. Nessa pequena série de postagens, tentaremos explicar de maneira suscinta todo essse cerimonial na forma ordinária do Rito Romano.

Procissões de Entrada/Saída
São as procissões mais simples e comuns da liturgia. É aconselhável ter procissão de entrada nas missas mais importantes, como domingos e dias de festa. Nela, o sacerdote caminha em direção ao altar para celebrar o santo sacrifício, assim como Jesus foi em direção à Jerusalém, para se entregar por nós.

Na parte da frente vai sempre a cruz processional, rodeada pelas velas; as velas para essa procissão podem ser em mesmo número das velas que se encontram sobre ou junto do altar. Se se usa incenso, ele é levado à frente da cruz. A cruz é o principal elemento dessa procissão, tanto que, na forma extraordinária, é levada pelo sub-diácono.

Procissão de entrada na forma extraordinária do rito romano

Na forma ordinária, quem leva a cruz é um acólito, o cruciferário. Ele segura a aste da cruz com as duas mãos próximas. As velas, postas nos castiçais, são levadas pelos ceroferários. Os dois primeiros colocam-se de um e de outro lado do cruciferário, um passo atrás dele, os demais colocam-se imediatamente atrás dos primeiros e, se houver um sétimo ceroferário, ele vai entre os dois últimos. Aqueles que se põe do lado esquerdo, segura mais embaixo com a mão direita e no meio com a mão esquerda e vice-versa, de modo a ficar com o cotovelo para fora. O que se põe ao centro, assim como o cruciferário, pode escolher qualquer uma das posições.

Início de uma procissão de entrada na Basílica de São Pedro

Atrás das velas, vão os ministros leigos, os clérigos que não concelebram e os diáconos, dois a dois. Entre estes e os concelebrantes vai o Evangeliário. Quando está presente o diácono, é ele quem leva na procissão de entrada e de saída. Não havendo diácono, o evangeliário é levado por um leitor (ou mesmo acólito), mas apenas na procissão de entrada.

Por fim, vai na procissão o celebrante, precedido por dois diáconos assistentes, se houver. Um ou dois cerimoniários podem ir um pouco atrás dele. E, se for bispo, vão atrás deles quatro acólitos-assistentes: primeiro o baculífero com o mitrífero e, depois o librífero e o "sacrofonista".

Bento XVI em procissão no início de uma celebração

A procissão de entrada parte da porta principal da igreja ou da sacristia, conforme o costume; em se tratando de uma igreja maior, pode-se começar a procissão em uma das portas laterais. Ao chegar no presbitério, quem leva o incenso, a cruz e as velas sobem sem fazer reverência. Então colocam a cruz e as velas junto do altar ou, já havendo outra cruz ou já havendo um desses símbolos aí, colocam-nos na sacristia ou na credência. Os demais ministros, fazem inclinação de corpo ao altar ou genuflexão se houver santíssimo e, então, sobem os degraus e se dirigem para seus lugares. Se for o acólito a levar o evangeliário, ele sobe ao presbitério sem fazer reverência e coloca o evangeliário ao centro do altar, então vai para seu lugar; se for diácono, faz o mesmo e após colocar o evangeliário ali oscula o altar.

Os diáconos assistentes, fazem reverência, sobem o altar e esperam o celebrante para beijarem o altar. O celebrante se for presbítero, faz inclinação de corpo ao altar ou genuflexão, sobe ao altar e o oscula. Se for bispo faz o mesmo, porém, antes de fazer a reverência, depõe mitra e báculo.

Para a saída, faz-se de maneira análoga: na mesma ordem em que entraram, todos fazem reverência ao altar e, se for o caso, o beijam. Saem processionalmente atá a sacristia; lá chengando, faz-se reverência à cruz.

Procissão do Evangeliário
Em toda missa, o sacerdote se desloca de sua sédia até o altar, onde se curva ao altar e reza a oração de preparação em voz baixa, então segue até o ambão, onde lê o Evangelho, o que já configura uma pequena procissão, mas existe um rito processional mais rico que se faz quado existe a presença do diácono ou, ao menos, quando se Evangeliário.

Se dirigem para a sédia os acólitos com o incenso e as velas e o diácono. O turiferário e o naviculário se ajoelham à frente da sédia, o sacerdote coloca três colheres de incenso no turibulo e o benze. O diácono se aproxima, faz reverencia, se curva e pede a bênção; o celebrate abençoa traçando a cruz, então o diácono se levanta volta a fazer inclinação de corpo. Então, seguem ao altar, onde o diacono toma o livro dos evangelhos e se dirigem ao ambão.

Aqueles que levam as velas colocam-se de um e de outro lado do ambão, aqueles que portam turíbulo e naveta ficam do lado direito do ambão. O diácono então faz a incensação e a leitura conforme o rito próprio.

Procissão do Evangelho na Basílica de São Pedro

Ao fim da leitura, o próprio diácono beija o livro ou leva para o celebrante beijar; ou ainda, beijando-o ou não, leva-o para o celebrante, se for bispo, dar a bênção com o Evangeliário. Nos dois últimos casos, faz-se ao fim da proclamação do evagelho uma pequena procissão, pelo caminho mais curto até a sédia. Lá chegando os acólitos com o incenso e as velas seguem em direção à sacristia, o acólito entrega o evangeliário ao celebrante, aberto se ele for beijar ou fechado se for apenas dar a bênção. Depois do ósculo e/ou da bênção, o diácono sozinho leva o livro a um local conveniente

terça-feira, 27 de setembro de 2011

São Cosme e São Damião


Hoje lembramos de dois dos santos mais conhecidos da Igreja: São Cosme e São Damião. Cosme e Damião eram irmão gêmeos, médicos de profissão e santos na vocação da vida. Viveram no Oriente e desde jovens eram habilidosos médicos. Com a conversão passaram também a ser missionários, ou seja, aproveitando a ciência com a confiança no poder da oração, levavam a muitos a saúde do corpo e da alma. 

 Viveram na Asia menor, até que diante da perseguição de Diocleciano, no ano de 300 da era Cristã, foram presos pois eram considerados inimigos dos deuses e acusados de usar de feitiçaria e meios diabólicos para disfarçar as curas. Tendo em vista esta acusação, a resposta deles era sempre: " Nos curamos as doenças, em nome de Jesus Cristo e pelo seu poder!" 
 Diante da insistência, quanto a adoração dos deuses, responderam: "Teus deuses não tem poder algum, nos adoramos o Criador do céu e da Terra!". Os Irmãos jamais abandonaram a fé, e diante disso foram decapitados no ano 303. São considerados popularmente como padroeiros dos médicos, dos farmacêuticos e das faculdades de medicina. No calendário litúrgico comemoramos os santos irmãos no dia 26 de setembro, mais popularmente aqui no Brasil comemora-se os santos no dia de hoje, 27 de setembro.   

sábado, 24 de setembro de 2011

Papa impõe Pálio ao Cardeal Scola


Desde a década de 80, quando João Paulo II inaugurou o costume de o papa mesmo impor o pálio arquiepiscopal aos arcebispos nomeados durante o ano, que são um tanto que raras as outras formas de algum arcebispo receber o pálio a não ser em Roma, do próprio Papa, depois da homilia da Missa Pontifical na Solenidade de São Pedro e São Paulo.

A forma mais usual de impor o pálio a um Arcebispo que, por alguma razão - às vezes, impedidos pelas autoridades civis - não esteve presente em Roma no dia 29 de junho, é, tendo sido entregues a um arcebispo da Cúria Romana os pálios dos ausentes, ele viaja à diocese de cada um e lhes impõe ou então o faz o Núncio ou outro bispo. Se o arcebispo eleito ainda não foi sagrado bispo, mas já pediu ao Romano Pontífice o pálio que o cargo lhe garante ipso facto, o dito paramento arquiepiscopal lhe é imposto pelo sagrante principal depois da imposição do anel e antes da da mitra.

A presente introdução é para noticiar uma segunda página nos elementos incomuns que envolvem o início do ministério episcopal do Cardeal Scola em Milão. Já tratamos sobre a posse canônica da dita Arquidiocese por meio de um Procurador (um Bispo Auxiliar de Milão) nomeado por Scola:



Sacerdote apresenta a Bula ao Colégio dos Consultores 
e aos demais presentes



Por meio do Bispo Auxiliar Mons. Radaelli,
o Cardeal Scola tomou posse canônica de Milão


Hoje, às 12h, na Sala do Consistório do Palácio Apostólico de Castel Gandolfo, o Santo Padre Bento XVI, gloriosamente reinante, impôs o pálio arquiepiscopal ao Cardeal Scola. Aqui está a raridade: o Papa impor a um arcebispo o pálio em um dia que não é o 29 de junho. Surge-nos a seguinte dúvida: se a transferência de Sua Eminência foi publicada a 28 de junho - véspera da imposição do pálio a 40 arcebispos. Dizem que Scola não teve como estar presente. E mais: se o pálio lhe foi imposto ainda este ano - e ele não teve que esperar para a próxima Solenidade do Apóstolos -, é possível que o seu dito paramento já estava confeccionado, o que confirma a notícia de que a sucessão na cátedra de Ambrósio há muito era discutida, coisa compreensível à Milão. Contudo, na lista divulgada pela Santa Sé, só 5 arcebispos receberiam o pálio em suas respectivas arquidioceses... É provável que, devido à relevância de Milão, o próprio Pontífice tenha se dignado a ele mesmo impor o pálio a Scola - cerimônia que deveria ter acontecido na semana passada, mas problemas de saúde impediram que o Purpurado viajasse a Roma. Hoje coincidiu com o seu 20º aniversário de sagração episcopal.

Aparentemente, o pálio já estava abençoado (fato que reforça que ele estava entre os do último 29 junho) e foi imposto à Sua Eminência depois deste ter emitido a profissão de fé e o juramento previsto no Pontifical Romano.

O Purpurado trajou a costumeira veste coral cardinalícia

Bispos, monsenhores e conhecidos entre os poucos presentes 
na cerimônia de caráter privado

"Para a glória do Deus todo-poderoso e o louvor da Bem-aventurada sempre Virgem Maria
e dos Santos Apóstolos Pedro e Paulo..."
Assim reza a fórmula de imposição

Da nomeação de Scola diz-se que Bento XVI decidiu por si só
até em oposição ao parecer de seus colaboradores



sexta-feira, 9 de setembro de 2011

Alterações na Equipe de Coordenação

Em um coquetel promovido no dia 14 de agosto em comemoração a festividade de São Tarcísio 2011, foi anunciada algumas alterações na equipe que administra o grupo dos coroinhas. Segundo o coordenador do grupo, Leonardo Branco, as alterações são necessárias para atender a necessidade pastoral do mesmo e proporcionar a todos a experiencia de poder lidar com os assuntos internos do grupo e que isso pode ajudar a despertar o espirito de  liderança de cada um. Houveram mudanças na vice-coordenação e na secretaria. Além de algumas mudanças na administração, foram anunciadas algumas novidades, como a escolha da Nova rainha do grupo que vai disputar a competição de rainha da festividade de São Lucas 2011, e o novo responsável pelo acompanhamento espiritual do grupo. 
Carlos Mauricio
 Para o ocupar o cargo de vice-coordenador foi convidado o servidor do altar Carlos Mauricio da comunidade São Pedro apostolo, que terá entre outras funções o dever de manter a unidade entre o grupo da igreja Matriz e o grupo da comunidade. No mês de junho, a pedido do então coordenador da comunidade o senhor Cezar Nabiça, o grupo de servidores que atendia a necessidade pastoral da capela passou a ser administrado pela equipe de coordenação da igreja Matriz, que por sua vez determinou que os grupos terão somente uma reunião e que todos os servidores participariam de ambas as atividades. O cargo de vice-coordenador estava sendo ocupado até então pelo membro do casal assessor do grupo o senhor Ialex Silva.
Gabriele Martins

 Para ocupar o cargo de secretaria do grupo, foi convidada a servidora do altar Gabriele Martins. Gabriele ocupa o cargo pela segunda vez; em sua primeira atuação dentro do grupo como secretaria destacou-se pelo empenho e responsabilidade, mais precisou deixar o cargo por motivos pessoais. Convidada para compor a novamente a equipe administrativa do grupo, Gabriele afirma estar mais preparada graças as experiencias adquiridas na sua primeira atuação. Dentre a suas funções como secretaria que vai desde a formulação das escalas mensais, ate confecção das atas das reuniões, ela vai ter a tarefa de colocar um antigo projeto da atual coordenação em pratica, denominado de ata digital. O projeto "Ata Digital" implica na digitação das atas, postando-as nos meios de comunicação sociais do grupo e sendo armazenadas em um Pen drive de propriedade e uso exclusivo do mesmo. 

A servidora do altar que vai representar o grupo no concurso "Rainha da festividade 2011" foi escolhida através de 2 votações. A primeira votação foi aberta aqui no blog, e a outra foi realizada entre todos os servidores do altar na reunião do dia 06 de agosto. As duas primeiras colocadas na votação aberta aqui no blog passariam pela consulta de opinião do grupo que elegeriam a vencedora. As duas primeiras colocações do blog, foram ocupadas pelas servidoras do Altar Maria Miranda e Elizabeth Leal, primeiro e segundo lugar respectivamente e após a segunda etapa da votação elegeu-se a servidora do Altar Elizabeth Leal como a nova "Rainha do Grupo dos Coroinhas".

O acompanhamento espiritual foi designado ao seminarista David, do seminário da diocese de Ponta de Pedras, e que desenvolve seu "estagio pastoral" aqui na paroquia São Lucas. Além do acompanhamento espiritual, o seminarista também ficou responsável pelas formações litúrgicas que deverão ser desenvolvidas com todo o grupo no decorrer do segundo semestre. Segundo o Pe.  Edvaldo, coordenador geral dos grupos e pastorais, o grupo dos coroinhas só tem a ganhar com o acompanhamento pastoral do seminarista: "Vocês estão em boas mãos no que diz respeito a Liturgia, ganharam o cerimoniário oficial do bispo de ponta de pedras como formador", diz.        

sexta-feira, 19 de agosto de 2011

Cartaz da Festividade de São Lucas 2011


No inicio do mês de Agosto, em reunião com a diretoria da festa do Padroeiro, o PE. Edvaldo (Presidente da diretoria) apresentou o cartaz da Festividade de São Lucas Evangelista 2011. O cartaz tem como principal objetivo, a divulgação da festividade 2011, e será exposto em varias paroquias da Arquidiocese de Belém, comércios locais, hospitais  e clinicas e em alguns veículos de comunicação.

O cartaz deste ano traz alguns símbolos litúrgicos e outros que retratam a historia da paroquia, veja:
01.VELA: Na liturgia batismal , o celebrante convida os Pais a acenderem no Círio Pascal a vela da sua criança, e ele reza a oração:“Pais e Padrinhos, esta luz vos é entregue para que a alimenteis. Por isso, esforçai-vos para que esta criança caminhe na vida iluminada por Cristo, como filho da luz"
 Assim a vela representa a luz de Cristo e a presença do Espirito Santo em nossas vidas.
02.OS ANJOS: São Lucas é o evangelista que mais utiliza os anjos para comunicar a mensagem divina no novo testamento. "De repente ajuntou-se ao anjo uma multidão do exercito celestial, que louvava a Deus, dizendo: Gloria a Deus nas alturas e paz na terra aos homens por ele amados" esta é uma das passagens bíblicas de São Lucas que citam a presença dos anjos.
03. IMAGEM DE SÃO LUCAS: Este ano a imagem peregrina de São Lucas que aparece todos os anos no cartaz da festividade foi substituída por uma imagem diferente, a imagem utilizada este ano é a mesma imagem venerada desde a fundação da paroquia.
 Segundo o presidente da diretoria da festa do padroeiro 2011, o PE. Edvaldo, O cartaz estará disponível a  comunidade paroquial e a todos os interessados em divulgar a festa, no inicio do mês de setembro, e informa também que o cartaz será gratuito.

terça-feira, 16 de agosto de 2011

Abertura da Festividade São Tarcísio 2011


A V Festividade de São Tarcísio - 2011, teve sua abertura no dia 06 de agosto, às 08h, na Paróquia São José de Queluz e contou com a participação de cerca de 600 servidores do Altar das diversas Paróquias da Arquidiocese de Belém, o tema desta espiritualidade foi o mesmo da festividade deste ano: "Servir e dar a sua vida" (Mt 20,28), a palestra foi feita pelo Pe. Rafael Brito - pároco da Paróquia Sagrado Coração de Jesus. A culminância da espiritualidade se deu com a Adoração ao Santíssimo Sacramento. Veja algumas fotos:

Coordenador Arquidiocesano - Mário Ribeiro



Entrada da Palavra







Oferta dos dons

Fonte: Blog Arquidiocesano dos Servidores do Altar
http://servaltar-belem.blogspot.com

quinta-feira, 4 de agosto de 2011

Rainha da festividade de São Lucas Evangelista 2011


Há dois meses do inicio da festividade de São Lucas Evangelista 2011 alguns grupos e pastorais já começaram a se movimentar em prol das suas candidatas a rainha da festividade. Este ano a diretoria da festa mudou a estrutura do concurso, as rainhas receberão uma porcentagem no valor arrecadado com as 3 principais promoções da festividade, sendo elas: II passeio fluvial (já realizado), Sorteio da Televisão (já realizado) e I círio fluvial de N° Senhora de Nazaré da paroquia São Lucas ( a ser realizado em outubro). Segundo o Pe. Edvaldo, presidente da diretoria da festa de São Lucas 2011, o novo esquema vai funcionar do seguinte modo: Cada pastoral fica responsável por vender uma certa quantidade de cartelas de cada promoção, 10% do valor total arrecadado com a venda destas cartelas é destinada a sua representante no concurso. As inscrições dos grupos que vão disputar o concurso já começou e pode ser feita, pelos coordenadores, com qualquer membro da diretoria da festa ou com a Feliciana (diretora do concurso).

segunda-feira, 4 de julho de 2011

Novos Arcebispos Brasileiros

.: O Pálio :.

O pálio entregue aos arcebispos tem estes significados sugestivos: um laço estreito de união com o Papa, Pastor universal visível do rebanho, e de fidelidade ao seu Magistério na Igreja. Foi Pedro, de fato, que recebeu de Jesus o encargo de 'apascentar minhas ovelhas'.
O pálio ainda é sinal do encargo pastoral entregue aos bispos; Jesus Cristo associa a si, neste suave jugo, os pastores postos à frente de cada uma das Igrejas particulares. É um ‘peso de amor’, também dito ‘ofício de caridade’ (amoris officium), que os bispos devem exercer em nome de Cristo.
O pálio é um sinal distintivo da responsabilidade própria do arcebispo metropolita no âmbito de sua província eclesiástica, na qual ele poderá usá-lo durante as celebrações da Liturgia. De fato, o Direito da Igreja reserva algumas funções próprias ao arcebispo metropolita, em função da unidade da fé e da viabilização da disciplina eclesiástica.
Quando um arcebispo é transferido para outra arquidiocese, ele recebe novamente o pálio, conforme prescreve o cânon 473 § 3 do Código de Direito Canônico. “Como o pálio indica o poder de que está revestido o metropolita na própria província, trocando de província, recebe novo pálio, para identificar o poder naquela província nova”, 
Sobre o uso do pálio, diz o cânon 437 § 2º do código de direito canônico: “De acordo com as leis litúrgicas, o metropolita pode usar o pálio em qualquer igreja da província eclesiástica a que preside, mas não fora desta, nem mesmo com o consentimento do bispo diocesano”.

Tu es Petrus et super hanc petram aedificabo ecclesiam meam...


.: Novos Arcebispos :.


Dom Pedro Brito Guimarães
Arcebispo de Palmas


Dom Murilo Sebastião Ramos Krieger
Arcebispo de São Salvador da Bahia e Primaz do Brasil


Dom Jacinto Bergmann
Arcebispo de Pelotas


Dom Hélio Adelar Rubert
Arcebispo de Santa Maria


Dom Pedro Ercílio Simon
Arcebispo de Passo Fundo


Dom Dimas Lara Barbosa
Arcebispo de Campo Grande


Dom Sérgio da Rocha
Arcebispo de Brasília